Friday, September 26, 2008

A solução espiritual (para livrar-me do cigarro)


Há aqueles que acreditam em reencarnação, naquela de que nas outras vidas, a gente era um ser animal, uma minhoca (que nem no filme "7 years in Tibet"), ou um elefante, um peixe, uma planta.
Antes eu pensava que fui um pássaro, desses que imigram pros trópicos no inverno, e voam bem alto. Agora eu acho que fui um Jacaré com a típica bocarra, ou um peixe...porque ambos morrem pela boca.

Porque jacarés e peixes morrem pela boca?

Claro, literalmente não tem sentido, o sentido está na simbólica boca e o que sai de dentro dela.
E eu falo, e falo, e já disse não, bati pé, cigarros, maconha é pra fracos, depressão é pra losers, e assim vai, mendigos de rua outros losers, alcóolatras desocupados, claro não tão imperativo assim, mas sempre achei que as dificuldades e sofrimentos das pessoas eram provenientes de uma fraqueza, e que se eles realmente quisessem não deveriam se entregar.
Mas mudei minha opinião há mais de 3 décadas atrás, quando vi pessoas doentes, se entregarem pra vícios destrutivos e que o reverso parecia um longo caminho cheio de pedras e armadilhas.

Mas a questão é, que pessoas como eu se viciam porque sentem falta de algo que dê sentido aquele vazio, muitas apenas experimentam como foi meu caso com a maconha e outro vício dos nossos dias, que praticamente larguei o orkut(o qual fui viciada por quatro anos), dou umas visitinhas de vez em quando, e acabei me viciando ou ficando fã do Facebook e seus presentes estúpidos, e seus presentes engraçados, e também as outras possibilidades positivíssimas, de realmente conhecer pessoas de outras culturas, iguais ou diferentes de mim. Além de ser viciada na net e em networks...mas confesso, que não deixo de fazer nada pra ficar aqui, e isso é vício.

Lá no FB estão amigos de São Paulo, amigos que moram em Miami, Nova Iorque, Barcelona, Londres, Bruxelas, etc etc...amigos mesmo, desses que são que nem sofá de casa, a gente se joga, a gente faz o que quer, põe o pé, deixa as pernas abertas ou fechadas, come pipoca quando vê filme, pizza quando se está sózinho...enfim, sentir-se a vontade é uma das coisas mais DETOX que existem nos nossos dias, com ou sem make up, vestida de jogging e como uma mendiga...cabelos brancos crescendo, ninguém vê, ninguém te critica, porque as pessoas vêem aquela (falsa) imagem lá, aquela foto 3 x 4, aquele momento congelado, um nome bacaninha, um país Europeu, um gosto eclético (que traz mistério) e ficam seu amigo, na boa assim como você "You are not alone". Sem saber o que você carrega por trás, a sua mochila pesada, os seus desafetos, as suas frustações, seus medos, etc.
Às vezes é tão desesperador pessoas que colocam assim: Me ADD no MSN...atiram pra todos os lados, querem mais é abrir a boca, soltar o verbo, teclar, mandar wink, beijinhos, boa noite, você é meu amigo de infância...a esse pouco eu nunca cheguei, porque MSN/Skype...não é o meu forte. Só gosto de vez em quando nos finais de semana, quando não saio, e não tem filme bom na TV, sinto como se fossem almas mendigas, por calor, atenção, amizade.

A amizade no FB por hora pode ser até irritante, você é cool, sexy, flirta comigo, me mande mágoas, personagens do Almodóvar, desejando "Borboletas", "Have a nice day", presentes Prada, filminhos, música, etc etc etcera. Uns aplicativos são mesmo inteligentes, mas outros são pura falta de imaginação, de criatividade.

Só que a felicidade dura pouco, e neste caso a felicidade é a comodidade, de fazer pseudos amigos, de mostrar o seu lado cool ou uncool...vice-versa, porque existe muitas teclas hoje em dia que resolvem instantaneamente nossos problemas tais quais:
Delete, ignore ou offline...no mundo virtual temos essas possibilidades rápidas, de cortar o mal pela raíz, já no outro, no real...vocês sabem que não é bem assim.

A felicidade mudou quando o Facebook mudou para o New.Facebook...e eu como muitos que já estávamos acomodados e felizes no outro, tivemos que começar tudo de novo, e aceitar...a mudança.
Tudo bem, fazer o que...nada dura pra sempre.
O bom filho a casa torna. E assim vamos indo, contestando mas de que nada adianta.
O fato que me viciei no Facebook (e a Jacaré falou que não iria lá, já tinha orkut, MySpace, Youtube, blog)...e a fórmula da droga mudou - virou um NOVO facebook...chato, que dá menos prazer que o outro, mas em tudo a gente acostuma, e agora se coloca também o blog lá, é mais abrangente, e há vida inteligente e como a gente por lá, com certeza.

Estou lendo um livro fantástico do Deepak Chopra "Vrij van verslaving - Overcoming addiction - Livre de vícios(?), e nele, procuro ententer, o significado dos meus vícios, era viciada no meu ex-namorado...(o nosso contato íntimo era o mesmo efeito de uma droga) com os ups and downs dela... também sou viciada em tabaco, e de uma certa forma não vivo sem internet e network sites nesses últimos anos, onde diariamente você faz parte da vida de estranhos e amigos. E às vezes esses estranhos viram amigos...como já me aconteceu raras e boas vezes.
Mas não chego a considerar como vícios fortes digamos assim, mais o sinal dos tempos, pois adoro viver a vida lá fora.

A maneira como Deepak Chopra aborda o tema, tem mais uma vez como base a medicina Ayurvérdica...o que me interessa mais ainda também nesses últimos tempos. Claro não quero aqui ser leviana abordando essa ciência milenar, quem se interessar que leia o livro ou procure na net assuntos relacionados, se for o caso, porque mesmo estou engatinhando no assunto. Mas como paciente percebi que funciona nas pessoas, e se funcionou nelas supostamente funcionará em mim.

Somos tão apegados com nossos vícios, que às vezes repetimos automamente as respostas de perguntas vindas de fora como: não vai funcionar, é difícil, preciso disso pra viver, gosto e pronto, pelo menos isso, ninguém é perfeito são assimiladas e enraigadas em nosso ser, e nem quero ou pensamos em imaginarmos sem esse vício. Não é cool, vou engordar, ficarei chato e sem graça, e os benefícios parecem um oásis no deserto, escassos...longínquos. E assim se vai protelando outras maneiras de não só ter prazer na vida, mas alegria de viver que vem de dentro de nós, sem precisar de muitos artifícios, como o contato com a natureza por exemplo.

Meu vício no cigarro, além de ser um vício social menos tolerado, é pra mim prejudicial, não combina com minha prática diária de yoga, poderia me sentir menos cansada, meus dentes estariam menos amarelados, meu pulmão voltaria (longo prazo) a ficar limpinho, meus dedos sem cheiro e sem cor, meu beijo com mais frescor,dizem que as olheiras melhoram, nem digo em beijo na boca, mas no rosto dos meus filhos, e também meu paladar mudaria radicalmente sentindo o sabor dos diferentes alimentos. Mas não é só isso, me sinto fraca, por não cair do céu um método fácil.
Ah! Como sou presa fácil pra teorias, mas estou esperando o tal sinal. E se eu consegui 26 anos da minha vida, viver muito bem sem tabaco, porque não os próximos 26 ou mais?
A quem estou falando isso, claro que nem deve ser pra vocês...porque quem nunca fumou não sabe, só ex fumante que sabe.

Hmm...ainda não estou convencida. Tenho uma certa teoria que é você acaba um vício, e inicia outro.
Ou talvez fosse o caso de fazer uma "promessa" como fez minha irmã, em um assunto de família muito sério. Resolvido, ela parou. Parece simples, mas claro que não foi.

Sorte que nunca quis experimentar heroína.

Aguardo o sinal, pois a boa notícia segundo o livro é que pela medicina Ayurveda meu tipo de gosha é Vata-pitta, em outras palavras tipo de pessoas que mudam com mais facilidades, curiosas, portanto, mais provavéis de se livrar de vícios e mudar de vida...quem sabe antes dos meus filhos entrarem na puberdade e na idade entre 12 e 13 anos, quando a maioria das crianças experimentam o cigarro pela primeira vez, e depois de 4 cigarros consecutivos...já estão viciados e nem sabem, talvez esse seja o sinal espiritual pra mim.

Sunday, September 7, 2008

Formigas @ putanesca



`Quem abre uma escola, fecha uma prisão.`
Vitor Hugo



Báh...vocês gostam de formigas, saúvas, aquelas que ficam atrás do açúcar, carregam as folhas maiores que elas?
Normalmente as pessoas n§ao tem medo de formigas, mais de aranhas ou lagartixas, eu...baratas, aquelas grandonas marrom, que quando pisamos sai aquela gosma, e não morrem.
E os formigueiros então?.
Formiga pra mim sempre foi foram um assunto interessante, fazia parte da minha infãncia. Porque até os sete anos, eu só podia brincar no nosso imenso quintal...e como não tinha irmãs, e os meus irmãos menores brincavam sempre juntos, eu ficava sem companhia. Então minha companhia eram as formigas. Viviam brincando com as formigas, conhecia todos os seus territórios, observava-as, cortava com faquinha...e depois me sentia um lixo, má, daninha...de matar aqueles bichinhos quase indefesos.
Destruia formigueiros, e me sentia mal também. Era amor e ódio.

Quando pude ir brincar lá fora, na calçada depois obviamente de fazer a licão de casa...e ainda não podia atravessar a rua (aos poucos fui me afastando) pra desgosto da minha mãe. Guria não brinca na rua, isso é coisa de moleque.E eu tomava gosto ao brincar na rua, com guris e ir inclusive brincar num "campinho" perto de casa. E no final da tarde ouvia o soar do meu nome, bem de longe:

- Berna-detiiiiiiiiiiiiiiiii....passa pra dentrooooooooooo, será que ela gritava mesmo? Ou será que o campinho era mais perto do que eu pensava?

Às vezes não ouvia mesmo, dava uma de surda, completamente entretida na natureza, na biologia, estudando que nem meu filho as lesmas, que são bem mais interessantes visualmente que as formigas, e também comestíveis. E lá vinham meu irmão Mário (um ano mais velho que eu) dizendo. Se você não entrar agora, a mãe vai te dar uma surra.

Surra? Vixe, saia correndo pra casa, morrendo de medo da tal surra que nunca chegava. Pra mim ele inventava aquilo. Porque eu me divertia no meu pequeno universo de criança. E minhas bonecas, eram pros maricas que gostavam mais dela do que eu, coisa chata boneca, aquela coisa parada, aqueles olhos azuis ridículos, que só o que faziam eram ficar abertos, ou fechados.
Nunca achei interessante brincar com natureza morta. Eu gosto de vida, de ser.

Assisti o filme Estomâgo na sexta. Fui sózinha (5 minutos da minha casa de bicicleta na chuva).

Um ingresso pro filme estômago faz favor!

- Oh! Estômago???

É assim que se pronuncia? Eu queria mesmo saber.


(Me falou a menina da porta do cine clube - cinema que é a extensão da sua casa, afinal...de tão caseiro), serve cafezinho, chocomel, cerveja, chá na pausa°intervalo) coisa de holandès que já falei nesse blog.

Atrás de mim, duas senhoras falaram:

- Dois ingressos para o "Estômago" (agora sabemos como se fala).

Ai ai ai, esses holandês que adoram falar idiomas estrangeiros, se sentem...sissi, sissi mas não a Imperatriz, si sentem, endendido.

E assisti, dei muitas risadas.
Adoro filme de prisão, filme de comida, filme brasileiro, filme.
E porque holandês não ri como eu?
Seriam as piadas, nada universais?
Pasta a putanesca.....puta nesca?
Seriam as legendas francas, inapropriadas...literais demais?
Seria porque tinha muito neguinho na cela da cadeia?
Seria porque as prostitutas aqui ficam nas vitrines, e lá na rua.
Seria porque eles gostam mais de peito, e os brasileiros mais de bunda?
Seria porque eles acham politicamente incorreto, rir da desgraca alheia...já que a realidade do filme / Brasil...é completamente diferente dessa aqui?

Filha da puta= klotezak
Buceta = kut
Porra caralho = esqueci...

No Brasil é a bunda, aqui os peitos...talvez seja isso mesmo, porque muitos aqui nem tem bunda, bunda é pra sentar, defecar...a nova geracao até gosta.
Holandês não é bicho macho, uma mulher é a pessoa, sendo mulher.
Quer sexo? Não tem? Faca voce mesmo, compra, vai na internet...no bar.
A malícia e a sacanagem é coisa de brasileiro...seria um fetichismo pra dar mais tesão, também vale para outros países, católicos hipócritas.

E voltando as formigas??? Como tira gosto, farofa de formiga tem proteína.
Gorgonzola.
Coxinha de frango.
Carpaccio.
Alecrim.
Raimundo Canivete.

Sempre vale a pena ver a criatividade brasileiro, a verborragia desmesurada Rodrigueana, se diz assim.
Raimundo Nonato é um pouco o Zé Contente de Horácio Indarte, com o humor do Marcos Jorge.

As unhas pretas fazendo a massa das coxinhas, as unhas limpas tecem os quitutes no Restaurante italiano familiar.

Brasileiro no exterior teme. Teme filme brasileiro. Mas com "Estômago", não tem o que temer, e quem gosta de cinema não teme nada, porque vê o filme, e filme não precisa ser embaixador de nada. Cinema é cinema.
Mesmo com a cadeira quebrada ao meu redor, o que gostei mais ainda. Ninguém senta ao meu lado, e assim fico com o braço da poltrona só pra mim.

Hoje domingo, tá chovendo canivete...
E aproveito as horas sola pra escrever essas breves linhas, essas formigas, mas vou continuar ler "o Estrangeiro" (Albert Camus), descobri um site português bacana, um clube de leitura, onde você pode ler livros pela net, não é a mesma coisa que livro de papel. Principalmente pra mim, que não posso levar lap top pra cama e tenho que ficar confinada aqui na sala, a brincar com as minhas formigas, que são as letras e palavras.

Uma estrangeira desse mundo aprisionadas na minha prosa, que cada vez mais não me enquadro, desse mundo deles.
Quisera antes ter descoberto o absurdismo de Camus.
Mas eu estava ocupada com as formigas.
Cada coisa tem sua hora, dizia minha mãe.E com oito anos, você poderá brincar lá fora.

Tuesday, September 2, 2008

Arrumar a bagunça...não vale dar jeitinho


A mãe da Amelie Poulin gostava de arrumar a bolsa dela.
O pai gostava de lustrar os sapatos (acho, né) e arrumar a caixa de ferramentas.
Eu gosto de arrumar a "cesta" de costura. Sempre guardo botões, aqueles extras que vem nas roupas, tenho linhas e agulhas de todos os tamanhos e cores. Alfinetes, fita métrica, dedal...e vai me perguntar se eu costuro?
De vez ou nunca um botão que está solto, já soltou...mas aprendi com a minha mãe de ter sempre uma cesta dessas por perto.
E hoje em dias as roupas andam tão plastificadas, os acessórios são umas porcarias...
Mas eu tenho umas bagunças permanentes, e quando penso que me livro...lá ela volta novamente, do mesmo jeito que estava, como me livrar dos emails recebidos que entopem a minha caixa postal, dos papéis e contas, propagandas. Roupas? Descobri que cada vez que eu compro algo, dôo algo...mesmo estando em bom ou até excelente estado. Meu guarda-roupa é mínimo, e tenho um gaveteiro de seis gavetas, não entrando ali, vai-se. Hoje quase comprei um faqueiro novo, e pensei...pra quê?
Mas acabei comprando um DVD de yoga pra crianças e três livros. Tinha prometido me segurar, fora livros pras crianças (estavam em oferta), e ontem uma jaqueta de couro imitação que parece couro pro meu filho...cool, era a última do tamanho dele.
Onde vou parar assim?

E sempre estou jogando fora, coisas, roupas, e dando. Semana passada ganhei uma TV.
E os DVD's ficam em preto e branco (tenho dois DVD's players), e tentei...tentei e percebi que era nessa tv, mais moderno que morava o problema...mas e daí, acho que ganhei porque estava com o defeito, que sacanagem.
A antiga vai voltar a reinar rapidinho, pelo menos funciona...quase 100%, ou eu me irrito e vou comprar uma LCD de uma vez por todas, mas e o meu auto-controle onde está.

Mas vim aqui colar***** um texto que recebi de uma amiga do Brasil, ela quase nunca manda essas coisas, mas essas coisas podem ser boas.
Não gosto daquelas coisas radicais, Feng shui, mas certas dicas são aceitas, quando é para sermos mais práticos, e esvaziarmos a mochila, a mala, o sótão, a garagem e a cabeça.
Espaço é fundamental, ar...

E ai vai o texto, espero que gostem e vou tomar a bonequinha emprestada da Beth, porque afinal identifica muito bem esse texto.

Feng Shui Interior
A bagunça é inimiga da prosperidade. Ninguém está livre da desorganização. A bagunça forma-se sem que se perceba e nem sempre é visível. A sala parece em ordem, a cozinha também, mas basta abrir os armários para ver que estão cheios de inutilidades.

De acordo com o Feng Shui Interior - uma corrente do Feng Shui que mistura aspectos psicológicos dos moradores com conceitos da tradicional técnica chinesa de harmonização de ambientes - bagunça provoca cansaço e imobilidade, faz as pessoas viverem no passado, engorda, confunde, deprime, tira o foco de coisas importantes, atrasa a vida e atrapalha relacionamentos.

Para evitar tudo isso fique atento às OITO REGRAS PARA DOMAR A BAGUNÇA:

1. Jogue fora o jornal de anteontem.

2. Somente coloque uma coisa nova em casa quando se livrar de uma velha.

3. Tenha latas de lixo espalhadas nos ambientes, use-as e limpe-as diariamente.

4. Guarde coisas semelhantes juntas; arrume roupas no armário de acordo com a cor e fique só com as que utiliza mesmo.

5. Toda sexta-feira é dia de jogar papel fora.

6. Todo dia 30, por exemplo, faça limpeza geral e use caixas de papelão marcadas: lixo, consertos, reciclagem, em dúvida, presentes, doação. Após enchê-las, jogue tudo fora.

7. Organize devagar, comece por gavetas e armários e depois escolha um cômodo, faça tudo no seu ritmo e observe as mudanças acontecendo na sua vida.

8. Veja uma lista de atitudes pessoais capazes de esgotar as nossas energias. Conheça cada dessas ações para evitar a 'crise energética pessoal'.

1. Maus hábitos, falta de cuidado com o corpo - Descanso, boa alimentação,hábitos saudáveis, exercícios físicos e o lazer são sempre colocados em segundo plano. A rotina corrida e a competitividade fazem com que haja negligência em relação a aspectos básicos para a manutenção da saúde energética.

2. Pensamentos obsessivos - Pensar gasta energia, e todos nós sabemos disso. Ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho físico. Quem não tem domínio sobre seus pensamentos - mal comum ao homem ocidental, torna-se escravo da mente e acaba gastando a energia que poderia ser convertida em atitudes concretas, além de alimentar ainda mais os conflitos. Não basta estar atento ao volume de pensamentos, é preciso prestar atenção à qualidade deles. Pensamentos positivos, éticos e elevados podem recarregar as energias, enquanto o pessimismo consome energia e atrai mais negatividade para nossas vidas.

3. Sentimentos tóxicos - Choques emocionais e raiva intensa também esgotam as energias, assim como ressentimentos e mágoas nutridos durante anos seguidos. Não é à toa que muitas pessoas ficam estagnadas
e não são prósperas. Isso acontece quando a energia que alimenta o prazer, o sucesso e a felicidade é gasta na manutenção de sentimentos negativos. Medo e culpa também gastam energia, e a ansiedade descompassa a vida. Por outro lado, os sentimentos positivos, 'como a amizade, o amor, a confiança, o desprendimento, a solidariedade, a auto-estima, a alegria e o bom-humor recarregam as energia e dão força para empreender nossos projetos e superar os obstáculos.

4. Fugir do presente - As energias são colocadas onde a atenção é focada. O homem tem a tendência de achar que no passado as coisas eram mais fáceis: 'bons tempos aqueles!', costumam dizer. Tanto os saudosistas, que se apegam às lembranças do passado, quanto àqueles que não conseguem esquecer os traumas, colocam suas energias no
passado. Por outro lado, os sonhadores ou as pessoas que vivem esperando pelo futuro, depositando nele sua felicidade e realização, deixam pouca ou nenhuma energia no presente... E é apenas no presente
que podemos construir nossas vidas.

5. Falta de perdão - Perdoar significa soltar ressentimentos, mágoas e culpas. Libertar o que aconteceu e olhar para frente. Quanto mais perdoamos, menos bagagem interior carregamos, gastando menos energia ao alimentar as feridas do passado. Mais do que uma regra religiosa, o perdão é uma atitude inteligente daquele que busca viver bem e quer seus caminhos livres, abertos para a felicidade. Quem não sabe perdoar os outros e a si mesmo, fica 'energeticamente obeso', carregando fardos passados.

6. Mentira pessoal -Todos mentem ao longo da vida, mas para sustentar as mentiras muita energia é gasta. Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos: a mocinha boazinha, o machão, a
vítima, a mãe extremosa, o corajoso, o pai enérgico, o mártir e o intelectual. Quando somos nós mesmos, a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo esforço.
(Eu até não vejo como mentira, mas são os papéis que temos nessa vida, como se fossem uma proteção e um escudo pra seguir em frente na batalha, porque chega uma hora que a casa cai, a gente escorrega, então agradar ou desagradar os outros e a nós mesmos vai acabar rolando.)

7. Viver a vida do outro - Ninguém vive só e, por meio dos relacionamentos interpessoais, evoluímos e nos realizamos, mas é preciso ter noção de limites e saber amadurecer também nossa individualidade. Esse equilíbrio nos resguarda energeticamente e nos recarrega. Quem cuida da vida do outro,sofrendo seus problemas e interferindo mais do que é recomendável, acaba não tendo energia para construir sua própria vida. O único prêmio, nesse caso, é a frustração.

8. Bagunça e projetos inacabados - A bagunça afeta muito as pessoas,causando confusão mental e emocional. Um truque legal quando a vida anda confusa é arrumar a casa, os armários, gavetas, a bolsa e os documentos, além de fazer uma faxina no que está sujo. À medida que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos em ordem nossa mente e coração. Pode não resolver o problema, mas dá alívio. Não terminar as tarefas é outro 'escape' de energia. Todas as vezes que você vê, por exemplo, aquele trabalho que não concluiu, 'ele' lhe diz inconscientemente: 'você não me terminou! Você não me terminou!' Isso gasta uma energia remenda. Ou você a termina ou livre-se dela e assuma que não vai concluir o trabalho. O importante é tomar uma atitude. O desenvolvimento do autoconhecimento, da disciplina e da terminação fará com que você não invista em projetos que não serão concluídos e que apenas consumirão seu tempo e energia.

9. Afastamento da natureza - A natureza, nossa maior fonte de alimento energético, também nos limpa das energias estáticas e desarmoniosas. O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e
desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energia. A competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados em suas energias vitais.

Divulgue essas dicas para o maior número de pessoas possível e mentalize que, quando todos colocarem essas regras em prática, o mundo será mais justo e mais belo.

Vamos tentar melhorar nossa energia pessoal.

Atitudes erradas jogam energia pessoal no lixo. *

Posicionar os móveis de maneira correta, usar espelhos para proteger a entrada da casa, colocar sinos de vento para elevar a energia ou ter fontes d'água para acalmar o ambiente, são medidas que se tornarão ineficientes se quem vive neste espaço não cuidar da própria energia. Portanto, os efeitos positivos da aplicação do Feng Shui nos ambientes
estão diretamente relacionados à contenção da perda de energia das pessoas que moram ou trabalham no local.

O ambiente faz a pessoa, e vice-versa.

A perda de energia pessoal pode ser manifestada de várias formas, tais como:
- a falha de memória (o famoso 'branco');
- o cansaço físico, o sono deixa se ser reparador;
- o ocorrência de doenças degenerativas e psicossomáticas;
- a prosperidade e a satisfação diminuem;
- os talentos não se manifestam mais por falta de energia;
- o magnetismo pessoal desaparece;
- medo constante de que o outro o prejudique, aumentando a competição, o individualismo e a agressividade, falta proteção contra as energias negativas e aumenta o risco de sofrer com o 'vampiro energético'. *



Namastê
Desse Feng Shui eu gosto...(esse comentário faz parte do texto).


colar = colo mesmo porque ando muito viciada no Facebook (quem te viu) mas arrumei um amigo bacana por lá, as aulas voltaram, estou com uma pré adolescente em casa, e não estou podendo também a agenda está super cheia, quero tempo pra mim, buáááá.
E tenho feito todos os dia uma hora de yoga, e parece que o povo me liga justamente nesse momento ou na hora da meditação que comecei também.

Tchau querida!

Não estamos alegres, é certo, mas também por que razão haveríamos de ficar tristes? O mar da história é agitado. As ameaças e as gue...